Desejos
Acho a vida muito engraçada. Fiquei observando por várias vezes e percebi que nunca ela só da ou só tira. É sempre um pouco de cada, o que faz com que não sejamos nunca 100% felizes e satisfeitos nem (ainda bem!!) 100% infelizes. Fiquei reparando que, quando estou triste por algum motivo, logo chega uma notícia boa, uma mensagem no celular, um "simples" pôr do sol, um motivo qualquer pra sorrir. E, quando estou muito feliz, logo alguma coisa me puxa pra baixo, como um email contento um problema ou uma reclamação, me fazendo voltar a colocar meus pés no chão e me lembrar de que a vida real, apesar de boa, exige coisas de nós. O fim do ano chega e, com ele, uma reflexão do que fizemos, deixamos de fazer, conquistamos, perdemos, o que queremos mudar pro ano seguinte… Pensei muito no que pedir pra 2012 e percebi que, além dos tradicionais desejos de mais paz, amor, saúde e educação para as pessoas, ficaria extremamente feliz se ele for metade do que foi 2011. Metade das viagens, e já viajarei bastante. Metade das alegrias, e já terei motivos suficientes para sorrir. Metade das lembranças boas, e terei muitas histórias para contar para meus filhos e netos. Metade das pessoas queridas que entraram na minha vida, e terei, no mínimo 20 pessoas novas maravilhosas, para levar pra vida toda! Metade do número de pessoas queridas que me foram tiradas, assim só perderei uma. Preferia que não fosse nenhuma, mas como essa é a lei da vida, uma só está de bom tamanho…lidar com essa dor duas vezes, como foi em 2011, espero que não mais! A única coisa que peço em dobro é trabalho, que nunca é demais… Aos que entraram na minha vida esse ano, saibam que todos são muito bem vindos e que já fazem parte de mim, mesmo que um pedacinho. Aos que já estão e continuam, que esses laços não se acabem. Aos que foram tirados de mim, vocês fazem muita falta e o amor continua igual, a saudade que aumenta a cada dia. Aos que eu tirei da minha vida, talvez vocês não fossem tão importantes e especiais pra mim como eu pensava…talvez sejam para outras pessoas e com certeza as encontrarão. A todos, independente de qual categoria se encaixem, desejo um FELIZ NATAL, com muita paz, amor, saúde, união, harmonia…que não se esqueçam o verdadeiro motivo dessa data, que Ele seja sempre lovado. Que todos nós nos lembremos de amar ao próximo e fazer gestos de amor e solidariedade, não só hoje, como em todos os dias de nossas vidas. Que busquemos ser melhores, para vivermos nas leis de Deus. Que possamos nos amar cada vez mais e nos orgulhar de nossas atitudes. Que possamos sorrir ao fazer o próximo sorrir, seja ele quem for. Que saibamos respeitar o outro e seu espaço, que aprendamos a sorrir com as pequenas coisas da vida e lembremos de agradecer a Ele por cada pequeno milagre, como um arco íris no céu para abrilhantar um fim de tarde chuvoso. Que saibamos amar! E, a todos, que 2012 seja o dobro! O dobro de amor, de saúde, de felicidade e, principalmente, de SUCESSO!!!
Escrito por Lu Gnone às 21h24
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Incompleto...
Demorei pra conseguir expressar em palavras o que eu estava sentindo…e talvez ainda não consiga, mesmo depois de um mês. Pra você, tenho que conseguir escrever o melhor dos textos que já escrevi, sendo você o maior admirador de tudo o que eu faço e, especialmente, escrevo. Hoje, ouvindo música, percebi que em mais nenhum momento você estará totalmente presente e isso fez doer lugares que eu nem sabia existir dentro de mim. Eles continuam doendo. Será que algum dia vão parar? A pessoa mais coerente da família, a mais inteligente, saudável…O melhor de todos pra conversar, pedir conselhos e o que mais passava credibilidade quando dizia: "Tudo vai ficar bem.". O que mais acreditou no meu sucesso, que mais me apoiou, independente do que eu queria. O que sempre apostou que, o que quer que eu fizesse, seria bem feito, "pois você carrega a estrela do sucesso com você!". Como eu fico agora? E quando, por alguns instantes, eu duvidar de mim? Quem vai dizer o que eu preciso ouvir pra me reerguer e seguir em frente? Quem vai me dizer com toda a certeza do mundo que eu estou no caminho certo? Quem vai elogiar cada texto que eu escrevo? Quem vai ser o mais orgulhoso dançando valsa comigo em cada etapa nova da vida? Você foi o meu pai quando ele não podia estar ao meu lado - e quando ele podia, também. Você dizia orgulhoso pra todo mundo: "essas são minhas netas.". Colocava sempre uma segunda intenção nas frases pra ver qual seria nossa reação - e se, ao menos, entenderíamos. Lembrava sempre da história da máquina de café de quando eu era pequena. Aliás, você se esqueceu de algum momento de quando éramos pequenas? Porque, com a memória invejável que tinha, acho que se lembrou até o fim de cada momento que passamos juntos. Tantas viagens realizadas, como eram divertidas. Todos juntos, muitas risadas, várias histórias, centenas de fotos…como nos divertíamos juntos! Tinha tanto ainda pra fazer e te deixar mais e mais orgulhoso…Sei que você estará sempre vendo de algum lugar, mas nunca mais será a mesma coisa. O vazio que você deixou jamais será ocupado novamente e saber disso dói. Me desculpa por cada ligação que eu fiquei de dar e não dei; por cada vez que eu perdi a paciência sem motivo; por cada vez que eu troquei um almoço por outra coisa; por cada "Eu te amo: que ficou faltando… Obrigada por ser o melhor avô do mundo, mesmo sem ter nenhuma obrigação; por estar sempre presente, nos melhores e piores momentos; por fazer sempre questão e ficar no nosso pé, mesmo quando estávamos com preguiça pra combinarmos alguma coisa; por ser o que mais valorizava cada viagem em família, cada tarde de brincadeira, cada conversa, cada risada; obrigada por nos amar tanto e por ter cuidado tão bem da vovó nesses anos todos. Obrigada simplesmente por ter existido em nossas vidas e nos dado tanto amor!
Escrito por Lu Gnone às 02h57
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Boas Festas!
Final de ano sempre me deixa um pouco triste. Triste não, sentimental, eu acho. Pensar que 365 dias se passaram, refletir o que afinal fizemos de bom, nos punir pelos erros, agradecer as bênçãos, pedir pelos que precisam. É nesse momento que percebemos que o ano não foi tão bem aproveitado quanto queríamos e começamos a fazer um bilhão de promessas (a maioria não será cumprida e sabemos disso, desde o momento em que as fazemos, mas parece que nos sentimos melhores só em ter metas e planos). Luzinhas em árvores realmente me emocionam. Músicas de Natal, compra de presentes, casas enfeitadas…tudo isso me alegra. Mas, em alguns momentos, fico triste em pensar que muita gente não sabe ou sequer se lembra do real motivo disso tudo. O nascimento de Jesus realmente me toca. Sou apaixonada por ele, com quem converso 365 dias por ano. Nessa data em especial, gosto de abrir mais ainda meu coração e agradecer pela vida, pelas pessoas e pelos sentimentos bons, que são os meus maiores incentivadores a continuar seguindo em frente. Todo ano eu e minha família nos reunimos em frente ao presépio para rezarmos juntos, e eu fico muito feliz e emocionada com essa tradição (apesar de, na hora, só ter vontade de rir!). Na contagem regressiva, consigo imaginar e sentir tudo de ruim indo embora e, ao ouvir todos os gritos de "Feliz Ano Novo!!!" e os fogos que imediatamente começam a explodir no céu, é hora de pensar em coisas boas. Sinto como se tudo o que tivesse acontecido naquele ano fosse passado, e agora eu tivesse uma nova chance, mais 365 dias novos, limpos, livres de todo tipo de pecado. Cada novo ano que chega é uma nova oportunidade de ser feliz. Quem vai construir a história dele? EU! Junto de cada pessoa que fez, faz ou ainda fará parte da minha vida. E é exatamente por isso que eu estou aqui: para agradecer a todos vocês que, de alguma forma, fizeram parte do meu 2010. E de todos os anos anteriores, desde 1988. Cada lembrança que eu tenho, cada sorriso, cada lágrima, cada brincadeira, amor, sofrimento, alegria, raiva, pecado, perdão, ensinamento…cada uma dessas coisas que eu já vivi, devo a todos vocês que tiveram a brilhante ideia de cruzar o meu caminho, por um olhar, doze meses ou vinte e dois anos, por enquanto. Gostaria de levá-los sempre comigo, até o fim, mas sei que isso não é possível. Uns já foram pra outra vida, outros moram longe, cada um tem sua própria missão e nem sempre é possível conciliar, mas eu só quero que vocês saibam que foram importantes em algum momento e isso os tornam importantes e inesquecíveis para sempre!! Obrigada a você que fez, faz ou ainda vai fazer parte da minha vida. Eu sou um pouquinho de cada um. Desejo a todos vocês e suas famílias um Feliz Natal, de muita luz, esperança, renovação, paz, amor…e um 2011 cheio de coisas boas. Que vocês possam fazer parte de pelo menos 1 dos meus próximos 365 dias!
Escrito por Lu Gnone às 00h51
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Política mal feita
Essa véspera de eleições me fez conversar com diversas pessoas, debater diferentes pontos de vista e chegar a algumas conclusões, que divido agora com vocês. Talvez mude a opinião de alguém; talvez faça alguém parar para pensar um pouco, ou talvez receba algum comentário que me faça pensar mais ou até mudar algum pensamento meu. Enfim, compartilhar pensamentos e ideias nunca é demais. Em alguns momentos, acho que as pessoas se esquecem da seriedade que a política tem, ou que deveria ter. Eu, como jornalista, me senti prejudicada com a decisão do STF de não exigir diploma para o exercício da profissão. A justificativa é que muita gente já nasce com o dom de escrever (bom, se acham que jornalismo é só saber escrever, paro esse texto por aqui. Primeiro esse ministro deve estudar um pouquinho mais para depois vir discutir sobra a minha profissão, aquela sobre a qual estudei 4 anos). Fiquei pensando: o que custa fazer uma faculdade? Tirando os custos, é claro. Mas hoje existem milhares de cursos sendo oferecidos. Não importa se alguém se forme em uma faculdade ruim, já é melhor do que nem ter diploma, concordam? Além do mais, se a pessoa já nasceu com o dom de escrever, o que custa juntar a prática à teoria e aprimorar isso? Estudo nunca é demais, sempre vou pensar isso. Além do mais, eu me sentiria muito mal em me consagrar como jornalista sem ter um diploma. Feita essa introdução, explico que acho um absurdo concurso de Gari exigir nível médio completo e, pessoas que vão dirigir o país, não serem cobradas nesse sentido. Exigir que os candidatos sejam alfabetizados é uma piada, ao meu ver. Alfabetizado é o mínimo, vamos combinar? Pra se candidatar, acho que deveriam ter nível superior completo, algo que os ajudasse na vida política, como curso de Direito, Ciência Política ou algo do tipo. Não acho que isso seja garantia de um bom governo, mas pelo menos saberíamos que aqueles candidatos estão a, no mínimo, 4 anos se dedicando para um cargo tão importante. E talvez eu não tivesse mais a sensação que eu tenho, de que as pessoas acordam um dia e pensam: "ah, não estou fazendo nada mesmo, vou lá ver se da certo…". Ai, mais uma vez digo que existem muitas faculdades por ai. E eles não teriam problema com isso, já que já são bons demais no assunto e quem faz a faculdade é o aluno, certo? Acho um absurdo não só pela comparação ao concurso de Gari, mas porque, cada dia mais, temos que fazer graduação, pós, mestrado e etc para conseguirmos um emprego. Ai, quem está pedindo o meu precioso voto, prometendo melhorar minha vida, não sabe fazer nada sem o assessor? Então ele está ali pra que? Pra botar o lindo sorriso na televisão? Me fala o nome desse assessor, que nas próximas eleições eu voto é nele. Ainda economizamos um salário com o dinheiro público, né? Penso também na imagem que o Brasil passa para os outros países. Dirigentes que não sabem falar inglês e, pior ainda, nem a própria língua? Podemos até pensar que isso não prova nada, a pessoa pode fazer um bom governo e não saber falar inglês. Mas ai fica a impressão - pelo menos para mim - de que esses candidatos poderiam ter se preparado um pouquinho melhor para o cargo. E, mais uma vez, penso: porque nossos líderes máximos, que deveriam ser o nosso exemplo, têm todas essas regalias enquanto nós, pobres mortais, temos que saber ao menos 3 línguas para passar em qualquer faculdade ou entrevista de emprego? Ouvi várias coisas durante essas conversas, como: "o político não precisa fazer nada, o assessora está ali pra isso", "eu voto nele porque é pai do meu amigo", "ela vai criar mais concurso público, meu voto é dela porque eu quero uma vaga", "vou votar nesse candidato porque ele está ganhando e eu não gosto de perder", entre outros absurdos. Quem diz que vai votar em algum candidato porque é melhor para si, está vendendo o voto tanto quanto aqueles que o trocam por uma bicicleta. E pode ser até pior, já que quem troca por uma promessa de bicicleta não tem estudo. Mais certo é quem vota pelo bem do país, e não por interesses próprios. É com esse pensamento, aliado a outros tão pequenos quanto, que o país não vai pra frente nunca. A questão de votar em quem está ganhando é fácil de explicar. As pesquisas são, em sua maioria, manipuladas. Se a mídia tem interesse no candidato A, faz a pesquisa onde sabe que o candidato é maioria de intenção de votos. Ai, divulgando isso, muita gente que não sabia em quem votar, acaba optando pelo candidato que está ganhando. Não só isso, muita gente que já ia votar em outro, acaba mudando o voto. Num país onde a mídia é manipuladora, a maioria da população não tem a menor ideia do que acontece, outra parte só pensa em interesses próprios e cada um quer se dar bem a qualquer custo, a esperança, que costumava ser a última, já morreu há muito tempo.
Escrito por Lu Gnone às 17h37
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Entrevista Imaginária - comigo
-O que você acha da vida? Acho que nos preocupamos demais com coisas sem importância. A vida é curta demais e, infelizmente, antes de começarmos a vivê-la, não recebemos manual de instruções nem uma dica da melhor forma de aproveitá-la. Apesar disso, a vida é boa demais, cheia de surpresas, presentes. Como faz bem receber um sorriso de uma pessoa desconhecida, ou um bom dia. Como mudamos o dia de alguém com um elogio. Coisas simples estão a nossa volta o tempo todo, mas quase sempre nos esquecemos disso, "não temos tempo" ou não valorizamos esses pequena gestos. -Um hobby? Música. Não poderia pensar em outro. Tudo com música fica melhor. A música é o que há de mais puro nessa vida. É capaz de despertar as coisas mais bonitas em mim, os sentimentos mais sinceros. Música me faz sonhar, chorar, imaginar, arrepiar. -Coisa mais importante da vida? A relação com as pessoas. Não existe nada melhor do que fazer amizades e cultivá-las. Imagino quem, das pessoas que eu conheço hoje, estará até o fim comigo. Eu insisto muito nas pessoas. Quem eu gosto, quero perto de mim. Às vezes nem conheço direito, ou a pessoa nunca me viu na vida, mas algo me chama a atenção e eu faço até conseguir. Às vezes sou até cansativa, e peço desculpas aos que já passaram por isso, mas não é por mal. Insisto ao máximo, até perceber que já passei dos limites. Aí desisto, mas nunca levarei a culpa por não ter dado certo. Nunca, em nenhuma relação interpessoal. Amizades pra mim são inclusivas, sempre. Posso ter um milhão de pessoas em volta de mim, aquela que não está faz toda diferença. Cada pessoa é única, especial, tem uma história e agrega muito na nossa própria história. -Melhor amigo? DEUS! Não tem como, é Ele quem coloca as melhores coisas no meu caminho, ele quem mais quer que eu seja feliz, que eu aprenda alguma coisa nessa vida. Aprendi que as coisas acontecem na hora certa Dele, porque a gente não sabe o que é melhor pra gente, nem o melhor momento. Ele sabe, e faz sempre o melhor para cada um de nós. Às vezes acontece alguma coisa e não entendemos o porquê, mas temos que confiar, porque Ele sabe. Deus sabe de TUDO da minha vida, coisas que eu não conto pra ninguém. Coisas só minhas, que Ele guarda em segredo! -Um sonho? Construir uma família linda e unida e descobrir em que realmente quero trabalhar… hahahaha -O que tem te tirado o sono? Minhas férias em família em Setembro. Cada pessoa que vai, irá acrescentar muito. Tenho certeza de que será perfeita. Estou bem ansiosa. -Uma saudade? Da Disney em Julho, com meus passageiros lindos e todos os outros guias. -Uma vontade? Morar em São Paulo, por um ano. Depois eu volto e, quem sabe, passo a valorizar mais Brasília! ;)
Escrito por Lu Gnone às 20h49
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Experiência
Sabe quando até as coisas mais irritantes, de repente, passam a fazer falta? A saudade está em cada detalhe, cada música, lembrança, sonho, pensamento. A sensação é de que deveríamos ter aproveitado mais, cada um, cada minuto, cada acontecimento. Infelizmente, no momento era impossível, o cansaço só nos pedia para irmos dormir, enquanto a vontade era de conversar na piscina para nos tornarmos mais íntimos e amigos. Conhecer a realidade de cada um, os medos, sonhos, fantasias, traumas. Por mais que tenhamos feito, sempre vamos achar que poderia ter sido mais. Não importa o quanto tenhamos nos esforçado para fazer um bom trabalho ou o quanto tenhamos tentado conhecer cada um, a sensação é de insatisfação. De não termos conseguido chegar nos 100%. Sempre vamos nos lembrar de cada um, com suas manias, besteiras, brincadeiras, risadas, aquele que mais demorava pra acordar, aquela que já levantava sorrindo, o que sempre ficava pra trás, os que mais aprontavam, o mais carinhoso, o mais reclamão, o mais alegre, o que mais comprava, o que mais perguntava, o mais bonzinho, aquele que achava tudo bom, a que mais chorava…E, podem ter certeza, todos faão falta igualmente. Alguns se tornam mais próximos depois que voltamos à realidade. Alguns estão toda hora ali por perto, mandam carta, guardam nossos telefones, escrevem no twitter, msn, orkut, e-mail…alguns somem, não respondem e-mail, outros seguem suas vidas e guardam a experiência como mais uma. Para alguns, essa foi A experiência. Posso dizer por mim, o quanto aprendi com cada um, o quanto continuo aprendendo, cada dia mais. O quanto cada olhar significava alguma coisa. O quanto um bom dia me deixava feliz. O quanto estava cansada quando acordava, e o quão rápido esquecia qualquer bolha no pé só pela ansiedade de olhar a carinha de cada um, mais um dia. O quanto corria, naquele sol de 40 graus, só pra fazer da experiência de cada um, linda, maravilhosa, inesquecível e perfeita! Espero ter conseguido pelo menos um pouquinho… É emocionante dizer que cada um ficará na minha vida pra sempre…perto ou longe, ao vivo ou na memória. A verdade é que, passam dois dias que eu os vejo e já morro de saudades denovo. Gostava daquele emprego 24h por dia… Comprar um picolé ou uma água e dividir com vocês, ver algum personagem esperando pra tirar foto e querer que vocês tenham visto também (e tenham conseguido a foto), liberá-los nas horas livres e querer que ninguém saia de perto de mim, entrar no ônibus e ouvir que vocês querem que eu faça o wake up cal ou que eu fale ao microfone, falar para irem dormir e querer conversar mais um pouquinho, sair de cada atração perguntando quem gostou, colocá-los no melhor lugar para não perderem nada, mostrar cada detalhe que vocês possam não ter percebido, ficar brava quando alguém olha de cara feia pra vocês, defendê-los de qualquer americano mal humorado, brigar em momentos que estejam passando dos limites, pedir para que catem o lixo do chão, tentar resolver da melhor forma possível algum problema que tenha aparecido, chorar nas atrações junto com alguns de vocês, chorar até mesmo antes da viagem acabar, por já saber o quanto cada um e cada momento fará falta! O sentimento é de mãe…uma mãe que quer o melhor para cada um dos seus 50 filhos. Uma mãe que tem alguns filhos mais velhos do que ela própria. Uma humilde mãe que, em algum momento, tenta ensinar alguma coisa para os filhos, mais espertos que ela. A cada um, agradeço por terem cruzado o meu caminho. Aproveito para avisar que, uma vez nele, nunca mais fora dele! Portanto, já saibam que terão que me aturar por muito mais tempo. Essa guia emotiva, chorona, boazinha e mandona! Eu amo cada um dos meus passageiros e já morro de saudades, de acordar e dormir olhando pra cara de cada um, de perder a paciência, de acordar querendo dormir, de pensar "Nunca mais eu faço isso na vida" e já pensar em voltar assim que pisa no Brasil. Obrigada por tudo!
Escrito por Lu Gnone às 23h20
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Reflexões...
Não estava escrevendo aqui por falta de assunto, de inspiração, de criatividade. Várias vezes sentei e fiquei horas olhando para o computador, tentando pensar em algo, me obrigando a escrever. O que eu não entendia é que inspiração não vem do nada. É um reflexo das emoções da vida real. Não ia conseguir escrever nada sem estar vivendo nada, sem prestar atenção no que acontece no mundo, sem conversar com alguém e debater um assunto. Hoje estou emotiva, justamente pela vida real. Pelo que acontece comigo e com aqueles que me cercam. Depois de muito tempo, descobri que cada um tem a sua própria vida e deve fazer dela o que melhor achar. Não temos que ter medo do que fazemos. Medo de sermos repreendidos, julgados ou coisa do tipo. Temos professores que nos ensinam os melhores caminhos, da dignidade, da responsabilidade, da educação. Diante disso, temos que fazer nossas próprias escolhas. Não cabe a ninguém saber a hora certa de tomar determinada atitude. Cabe a nós mesmos. Cada um ganhou de presente uma vida inteirinha pata administrar e cuidar. Por isso cada um deve cuidar da sua. Não cabe a ninguém julgar o próximo, já seremos julgados no final da jornada. E não seremos julgados por atitudes soltas, isoladas, e sim por uma vida inteira de decisões e atitudes. Hoje descobri que não há ninguém que te ame mais do que sua própria mãe…que ela sabe sempre te compreender, se você souber andar naquele caminho que ela ensinou. Descobri ainda que, a pior verdade é cem vezes melhor do que a melhor mentira. São apenas reflexões...
Escrito por Lu Gnone às 15h02
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A graça do futebol
Ontem assistindo ao jogo do Flamengo fiquei um pouco triste com algumas coisas. Vendo aqueles torcedores jogando lazer na cara dos jogadores, lembrando das brigas que ocorrem nos estádios e todas as outras coisas do gênero, pensei que a falta de educação de certa parte da população conseguiu transformar o futebol, que era pra ser um momento de descontração, competição saudável, alegria, descanso do trabalho e etc em briga, pancadaria, vandalismo, momentos de tensão… É realmente triste imaginar que pessoas da mesma nação e da mesma raiz se tornem adversários mortais e façam do futebol uma grande tragédia. Fico um pouco preocupada quando penso na copa de 2014 no Brasil. Será que o comportamento será o mesmo ou seremos um país "pra americano ver"? O pior é que não sei o que prefiro: que esses torcedores mudem o comportamento e o brasileiro passe uma imagem do que não é ou que não mudem o comportamento e o brasileiro vá parar em todos os jornais do mundo - não com uma notícia muito boa. Acho que falta ao torcedor fanático perceber que futebol é esporte, tem o intuito de ser saudável e competitivo ao mesmo tempo, mas não de ser violento e cruel muitas vezes com quem não tem nem a ver com a situação. Que esses torcedores adquiram alguma educação de forma milagrosa algum dia. Porque senão, vai ser o caso de só aprenderem na marra, quando algo acontecer com eles ou com algum parente. E nós, olhando de fora, vamos acabar, infelizmente, torcendo para que algum dos dois aconteça, independente de qual seja.
Escrito por Lu Gnone às 16h19
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O palhaço que faz chorar
No meio do set de gravação, entre tantas crianças que estavam ali se divertindo, mesmo depois de 6 horas de trabalho. No meio de adultos que reclamavam da filmagem que parecia sem fim. Entre crianças que, por mais pobres que parecessem, pelo menos tinham a oportunidade de estudar, mesmo que em escola pública. Crianças que sorriam e brincavam, que sabiam o que era ser feliz. Foi nesse cenário, em meio a tanta gente, que ele apareceu, quase que imperceptível. Quietinho, olhar triste e curioso, se aproximou de nós para saber o que acontecia ali, naquele parque de diversões. Quem éramos, já que estava acostumado a ver, todos os dias naquele mesmo lugar, só as felizes crianças de escola pública. Depois de entender que se tratava de uma gravação de propaganda "para passar na televisão", como ele mesmo descobriu, o pequeno menino, vestido de palhaço, explicou o que fazia ali. Aparentando ter, no máximo, 7 anos, contou que tem 13 e vende revistas de colorir para ajudar a mãe nas despesas da casa. A mãe vende as mesmas revistas longe dali. A irmã, primogênita, fica em casa cuidando dos irmãos pequenos. E aquele lindo palhacinho vai, quase todos os dias, para aquele mesmo parque, tentar vender. Coitado, talvez nem tenha noção de que aquelas crianças que ali frequentam também são humildes. Nem tanto quanto ele, mas que não têm condições de gastar 1 real inteiro em uma simples revistinha de colorir. Não devem ter nem o material necessário para colorir aqueles desenhos. Talvez ele não saiba disso por vê-las tão sorridentes todos os dias. Provavelmente nunca sorriu. Perguntamos se as vendas tinham sido boas e ele afirmou que sim: de manhã até aquela hora, 6 revistas foi tudo o que ele conseguiu vender. Talvez as vendas tenham sido das crianças que estavam lá gravando a tal propaganda. Deve ter sido o record de vendas, porque ele estava satisfeito com aquela manhã de trabalho, apesar de saber que ainda faltava 50 reais para conseguir pagar o aluguel- fora os outros gastos. Naquele momento, apesar da vontade de dar os 50 reais para talvez arrancar um sorriso daquele que tem a função de fazer os outros sorrirem, não tínhamos dinheiro. Com 10 reais no bolso, eu e minha irmã compramos as equivalentes 10 revistinhas para alegrá-lo. Não vimos o tão esperado sorriso, mas sim um olhar de surpresa. Acho que ele nunca vendeu tanto de uma só vez. Deu-nos as 13 revistinhas que restavam para escolhermos as 10 que queríamos destinar àquelas crianças que estavam ali no parvoinho, com um pouquinho mais de sorte que aquele palhacinho, mas menos do que nós. Mas elas já haviam ido embora…Guardamos para entrega-las a outras crianças que merecessem tanto quanto elas, apesar de as afortunadas crianças que gravavam terem pedido para ganhar aquelas revistas. Durante toda a conversa com aquele menino, olhos cheios de lágrimas. Meus olhos e da minha irmã. Os dele eram profundos, como de alguém que já está conformado com a vida que tem e sempre teve. E de alguém que não espera sair desta vida, apesar de trabalhar e estudar, 7a série, segundo ele. Soubemos ainda da vontade dele de falar com o presidente Lula, apesar de saber que é impossível chegar perto "do homem", como ele falou. Depois de uma lição de vida dessas, passamos a perguntar o verdadeiro sentido da vida. E a nos punir ao reclamar de alguma coisa. Aliás, acho que qualquer pessoa que tem a vida que temos não tem o direito de reclamar. A vida ai fora é muito diferente disso. Se alguém quiser ajudar ou só conhecer esse palhacinho dos olhos profundos, ele disse que vai quase todos os dias para o Parque Ana Lídia, no Parque da Cidade, em Brasília. Pra sempre vou fechar os olhos e me lembrar daquele menino, do palhaço mais triste que eu já vi...
Escrito por Lu Gnone às 22h16
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We've got our own John Mayer!!
Sabe aquelas coisas que te tiram do sério? Que te fazem pensar: "isso não é justo!"? Pois é, além de toda injustiça que acontece no mundo, da má distribuição de renda, de ver uns com tanto e outros tendo que catar algo para comer no lixo...além de tudo isso, tem uma coisa que me irrita! É um problema bem menos sério, até porque o sentido deste post não é fazer ninguém chorar e tentar mudar o mundo. Queria apenas falar sobre como a mídia valoriza pessoas que não têm nada de especial para estar alí, enquanto muita gente procura reconhecimento de um trabalho realmente valioso. Ver a Geyse Arruda em todas as capas de revistas de uma determinada semana, desfilando em escolas de samba, fazendo clipes musicais, participando de programas de humor e qualquer outro tipo de espaço que ela tenha ganhado nas mídias brasileiras, a não ser as primeiras matérias JORNALÍSTICAS sobre o que aconteceu com ela na Universidade, foge do que eu acredito. De repente, ela parou de reivindicar a injustiça que aconteceu com ela e passou a querer tirar proveito disso. Isso sem falar em pessoas que postam vídeos ridículos no youtube e acham que cantam alguma coisa; ex-namorada de big brother que é traída em rede nacional e, horas depois de dizer que está arrasada, faz ensaio sensual e alguns outros casos. Muita gente quer ser famosa, isso é fato. Mas esse espaço que está ai não é para qualquer um, e sim para alguém que realmente tenha algo de bom para mostrar e acrescentar na nossa vida. O que é a Stefhany estragando TODAS as músicas que transforma do inglês para o português? Ficou simplesmente impossível ouvir "Rush Rush" das Pussycat Dolls e não me lembrar da "versão brasileira" que ela fez, "Blush Blush"... SÓ RINDO MESMO! Há algumas horas atrás, recebi pelo correio o CD do Tiago Iorc. Sei que muita gente já ouviu alguma coisa dele, mas, com certeza, menos gente do que deveria. O trabalho dele é simplesmente GENIAL! Já havia escutado as músicas que ele colocou em novelas e filmes brasileiros e visto alguns vídeos dele cantando músicas de outros artistas mas, ao ouvir o cd - e continuar ouvindo sem parar desde a hora que ele chegou para mim - percebi que temos o nosso próprio John Mayer!!! Ele não deixa nada a desejar se comparado com artistas internacionais, como Jason Mraz, James Morrison, Michael Buble e o já citado John Mayer. E olha que sou especialista nesses artistas todos. Tenho um sério problema que é querer levar para o máximo de pessoas possíveis artistas e produtos de qualidade, que eu acredite no trabalho. Além dos vários que eu falo e promovo por ai - inclusive os meus assessorados queridos, Cia. de Comédia Setebelos, que eu vou falar aqui, mas na hora certa -, comecei há pouco tempo com essa promoção do Tiago. O que eu ganho com isso? Além da satisfação pessoal - e do CD que me chegou por correio!!! -, a certeza de que estou colocando minha assinatura em um trabalho que realmente vale a pena as pessoas conhecerem. E, se tudo der certo, isso deve acontecer em breve! Já passou da hora dele ganhar o Brasil e outras partes do mundo, porque competência para isso ele tem. Quem duvida, que escute o cd dele. E quem acredita, escute também para ter certeza e gostar dele por opinião própria, e não pela minha! Produto de qualidade é o que não falta no nosso país. O que falta mesmo é nossa mídia saber selecionar o que realmente vale a pena promover e o que merece ser esquecido.
Escrito por Lu Gnone às 16h55
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O fim do mundo
Definitivamente o mundo está acabando. Pelo menos na minha forma de ver as coisas. Mal o carnaval acabou e mais uma notícia de desgraça surgiu na madrugada. Carnaval, época de esquecer os problemas. Ou, pelo menos, época que faz os problemas parecerem menores do que são. Nos jornais, algumas desgraças, que nunca vão deixar de acontecer e ocupar os noticiários, infelizmente. Mas a atenção maior do telespectador é das notícias dos carnavais ao redor do Brasil. Rio de Janeiro, Salvador, Recife, São Paulo… Quarta-feira, fim decretado do carnaval, já estava deitada, fechando os olhos, quando escuto no jornal a notícia de um novo terremoto, entre a Coréia do Norte e a Rússia. Ainda não tinham notícias sobre vítimas, mas uma pontuação de 6,7 graus na escala Richter não deve ter passado despercebido. Em uma conversa rápida com a minha irmã, ambas de olhos fechados, após o fim do jornal, chegamos a conclusão de que o que está acontecendo não pode ser normal, apesar de ouvir pessoas estudadas dizerem que é. Calor excessivo, que chega a matar, nevascas fora de época, chuvas e alagamentos sem fim…não, não tem como ser normal, o curso natural das coisas. Talvez seja mais fácil dizer que tudo isso sempre aconteceu do que responsabilizarmos a nós e nossas família por estarmos trazendo o fim do mundo pra mais perto, cada dia mais. Mesmo com os sinais da natureza, o homem não está se importando com o rumo das coisas e está vivendo em eterno carnaval, deixando sempre os problemas para mais tarde. Só posso lamentar: se o homem não mudar suas pequenas atitudes, como ter a mínima educação e não jogar lixo na rua, não terei a oportunidade de ter netos. Talvez não dê tempo dos nossos filhos realizarem seus sonhos profissionais. E muita gente inocente vai continuar pagando pela ambição de outros.
Escrito por Lu Gnone às 12h19
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O fantástico mundo da imaginação
Sempre reparei o quanto a vida é pequena. Pequena no sentido de não dar tempo de fazer tudo o que desejamos. Porque temos que escolher uma profissão, uma única coisa que vamos fazer pelo resto da nossa vida? Se pararmos para pensar no tanto de coisa que nos interessa, as profissões que gostaríamos de exercer, pelo menos durante certo período, até trocar por outra de igual interesse. Eu tenho vários dons, poderia ser diversas coisas diferentes (pelo menos foi o que disseram todos os testes vocacionais que eu fiz, quando tinha dúvida de que curso prestar no vestibular). Coisas variadas, as vezes nem parecidas entre si. Sim, eu poderia ser muitas coisas nessa vida. E o que me deixa mais triste é saber que vou deixar esse mundo sem fazer nem metade delas. Acho que profissão tinha que ter prazo de validade. Do tipo: "Sou dentista pelos próximos 3 anos. Depois que o prazo expirar, serei técnica de informática.". E assim, de tempos em tempos, completaríamos a nossa vida. Seria uma vida muito mais rica de experiências. Quando percebi essa vontade de ser mais de uma coisa ao mesmo tempo, achei que sortudos mesmo eram os atores, que em cada papel desenvolvem uma profissão diferente. Porém, por falta de dom artístico dessa natureza, minha solução foi outra: viver no mundo da imaginação. No mundo real, escolhi jornalismo. E nem sei se seguirei nessa linha pro resto da vida. Não da tempo de ser tudo o que temos vontade, mas podemos ser mais de uma coisa. E talvez isso ocorra em algum momento. Mas no mundo da imaginação, já fui de tudo - ou quase. Médica? Já fui a melhor da minha área, cirurgia plástica. Fiz cirurgias inclusive em pessoas que você conhece, mas não vou contar quem foi, você não acreditaria. Sigo inventando cada dia mais situações imaginárias. Você deve estar me achando louca, mas não é loucura. É apenas a maneira que eu encontrei de fazer tudo o que eu tenho vontade, no pouco tempo que nos foi concebido.
Escrito por Lu Gnone às 21h56
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Uma nova oportunidade de recomeçar....
Comecei 2009 com duas avós e dois avôs. Um privilégio ter tantos avós assim durante 21 anos, enquanto muita gente nem chegou a conhecer os seus... No primeiro dia do ano não temos nem noção do que vai acontecer nos próximos 364 dias...e, no meu caso, posso dizer que aconteceram muitas coisas inesperadas. Mas acho que essa é a graça da vida: não sabermos o que vem pela frente e, de vez em quando, as coisas mudarem completamente o rumo. 2009 foi um ano de muitas conquistas: me formei na faculdade de jornalismo e no curso de Italiano. Foi também um ano de muitas amizades novas. Muita gente apareceu na minha vida como um presente e não sabe a importância que tem. Algumas delas nem vão me acompanhar na minha caminhada do ano que vem, mas já foram especiais por darem alguns passos ao meu lado. Outras ainda compartilharão momentos comigo. Mas agradeço principalmente por aquelas que jamais deixarão de andar no mesmo caminho que eu, através dos anos. 2009 foi um ano que me fez descobrir artistas brasilienses dos quais já sou fã desde o primeiro dia que vi. Ano de muitos shows, teatro, stand-up comedy, sofrimentos, confusões, decepções, sonhos, promessas, mil planos, realizações... Um ano de novas experiências, como o blog. Fiz muita coisa errada, mudei muitas vezes o rumo natural dos acontecimentos, mas isso também faz parte. Aprendi muito em poucos dias. A vida realmente passa rápido. E cada dia mais vejo que “queria ter amado mais, chorado mais, ter visto o sol nascer...”, como diz uma música que eu amo. Agora, essas ações terão que ficar pro ano que vem! 2010 está logo ai...ano novo, uma nova chance de fazer as coisas darem certo, de ter mais motivos para rir do que chorar, de aproveitar cada minuto da melhor maneira possível e de tentar ser uma pessoa melhor a cada dia, em todos os sentidos. Desejo a cada um que tenha um 2010 melhor do que foi 2009. Que aproveite da melhor forma possível, cultive velhas amizades, construa novas, realize o que planejar e seja muito, mas muuuuuuuuito feliz e abençoado! E que venha 2010, para eu conseguir realizar o que não foi possível esse ano. Espero que, no final do ano que vem, eu olhe pra trás e veja que ele foi tão bom ou melhor do que 2009. Encerro o ano com uma avó e um avô.
Escrito por Lu Gnone às 17h52
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FELIZ NATAL!!!
Essa época do ano é tão boa...a família de todo canto do Brasil e do mundo se reúne, os preparativos duram meses, as festas acontecem todos os dias, basta a família estar junta... O shopping cheio, apesar de irritante, é característico. Presentes de Natal, roupa de Ano Novo, calcinha de alguma cor específica (dependendo do que se quer alcançar no ano seguinte..). Listas de presentes intermináveis. Quando a gente acha que já está tudo pronto, nos lembramos daquela tia que, se não corrermos para o shopping mais uma vez, ficará sem presente. Tudo isso é muito bom, mas algumas coisas, além dos presentes e das deliciosas comidas do Natal, devem ser lembradas. A primeira é o verdadeiro motivo desta comemoração: o nascimento de Jesus Cristo. Por isso, além dessas coisas todas, não podemos deixar de rezar por Ele, que nos salvou na Cruz! E celebrar Seu aniversário com muita alegria no coração... A segunda, que está diretamente ligada ao sentimento desta data, é a prática da solidariedade. Devemos ajudar os mais necessitados todos os dias do ano, mas se você não pôde ajudar, pelo menos agora deve fazer algo pelo seu irmão em Cristo. Muita gente espera um Natal de alegria e não ganha nem um alfinete, enquanto outras pessoas só pensam em si mesmas e são incapazes de ajudar àqueles que não têm condição de ter um Natal memorável, àqueles que, desde pequenos, já sabem que Papai Noel não existe. Quem sabe o espírito de Natal não te incentiva a ajudar, né? Se não der mais tempo de ser tocado pelo espírito de solidariedade, tudo bem. Logo começa um novo ano e você terá mais 365 novas oportunidades de fazer sua parte por um mundo melhor! À todos, desejo um FELIZ NATAL, de MUITA solidariedade, união, paz, amor, saúde, perdão e tudo de melhor!!! E que não nos esqueçamos do motivo maior desta festa: JESUS!
Escrito por Lu Gnone às 00h24
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Fim dos tempos...
Estava assistindo ao jornal e fiz uma constatação: o mundo está acabando! E acho que vai ser mais rápido do que pensamos... Nessa época do ano, ficamos com um sentimento de solidariedade, paz, amor, mas percebi que mesmo nessa época pessoas não se sensibilizam com o dom da vida, a dádiva de estar aqui! O que passa na cabeça de um homem que insere 42 agulhas no corpo do enteado de 2 anos? E esses políticos que deixam os problemas de lado e simplesmente saem de férias, deixando também o povo com cara de idiota? O que será que têm no coração pessoas que invadem um centro cirúrgico para assaltar, sem se importar com o paciente que está tentando viver? E o que faz torcedores deixarem a paixão pelo futebol virarem ódio contra torcidas rivais e chegarem ao ponto de espancar pessoas que, muitas vezes, nem estão fazendo nada? Sem contar no que anda acontecendo como consequência da ação do homem, como esses alagamentos, deixando milhares de pessoas sem casa, abrigo, eletrodomésticos, sem NADA! Realmente não da pra entender...O mundo já passa por problemas demais para alguns indivíduos ainda pensarem só em si e fazerem coisas sem sentido ao invés de se juntarem aos bons e tentarem resolver os problemas naturais do planeta! Quando o mundo estiver acabando, todo mundo será igual, daqui ninguém levará nada, só a consciência do que fez de bom ou mau nessa vida...Eu estou com minha consciência tranquila, e você?
Escrito por Lu Gnone às 20h49
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